Jornal Correio Eletrônico publica matéria sobre golpes em marcas e patentes

A matéria contou com a assessoria da consultora da Vilage Minas Gerais, Sara Oliveira

No contexto de grande fluxo financeiro em que o registro de marcas e patentes se insere, muitos fraudadores aproveitam-se das empresas e empresários leigos à legislação específica e ao funcionamento deste mercado, para extorqui-los.

Segundo Sara Oliveira, consultora regional da Vilage Marcas e Patentes, agente da propriedade industrial licenciada pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), o fraudador envia boletos bancários e até cobranças mais incisivas, referentes à contratação de uma firma ou ao fornecimento de algum tipo de serviço relacionado a marcas e patentes. Entretanto, estes documentos falsos possuem um texto duvidoso, de linguagem ameaçadora. “Eles são emitidos por empresas fantasmas ou desconhecidas e também vêm desacompanhados de explicações coerentes sobre suas origens e finalidades”, alerta.

Em todo o caso, a principal recomendação é ignorar a correspondência e não pagar nada. O próprio INPI reforça a importância de não contratar esse tipo de empresa para gerir as contas de interesse pessoal ou empresarial.

Clique aqui e confira a matéria na íntegra.

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