Cidade livre de pirataria e do comércio ilegal

O Conselho Nacional de Combate à Pirataria acaba de lançar o programa “Cidade livre de pirataria e do comércio ilegal” com o objetivo de reprimir a venda de mercadorias ilegais e não prejudicar os camelôs que trabalham na regularidade, diz Luiz Paulo Barreto, Secretário-Executivo do Ministério da Justiça e Presidente do Conselho.

As ações do programa se dividem em três vertentes prioritárias: a repressiva, a educativa e a econômica. Ações repressivas nas fronteiras do país dificultam a entrada de produtos falsificados no mercado brasileiro, mas não são suficientes para pôr fim à comercialização. Por isso, o foco do projeto é agir diretamente no consumo desses produtos.

São Paulo (SP) e Curitiba (PR) foram as primeiras cidades a aderirem ao Programa que será estendido brevemente para Brasília, Rio de Janeiro e Ribeirão Preto.

“É obrigação de todo governante combater este tipo de crime porque tem tirado emprego da nossa população. Também é preciso conscientizar a população de que esta prática traz danos para a economia e ao crescimento da cidade”, desse Beto Richa – Prefeito de Curitiba.

“A pirataria está a serviço do crime organizado e provoca a perda de novos empregos porque está a serviço do comércio ilegal. É por isso que temos que ter uma posição mais forte para combater este tipo de crime”,  disse Gilberto Kassab, prefeito de São Paulo.

Fonte: Ministério da Justiça.

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