Abstenção de uso de marca por ordem judicial

ADEUS, NATASHA – MÔNICA BERGAMO

FOLHA DE SP – 14/06

 

Paula Lavigne, ex-mulher de Caetano Veloso, perdeu o direito de usar o nome Natasha, que batiza a empresa que cuida de seus negócios e da carreira do cantor. Sua ex-sócia, Conceição Lopes, cobra na Justiça R$ 2,7 milhões alegando que a empresária descumpriu ordem judicial de se abster de usar a marca.

EXECUÇÃO
Conceição alega que fundou a Natasha há 21 anos com o nome da filha. Depois, virou sócia de Lavigne. Quando se separaram, a empresária de Caetano quis manter a marca. E começou a disputa judicial, que terminou há um mês, no Superior Tribunal de Justiça.

CALCULADORA
O advogado de Conceição, Hélio Barros, entrou anteontem com petição na 3ª Vara Empresarial do Rio dizendo que Lavigne descumpre a decisão da Justiça há 553 dias, desde dezembro de 2011, data da sentença de primeiro grau. Como a multa era de R$ 5.000 diários, cobra os R$ 2,7 milhões. Até ontem, Lavigne usava o selo no Facebook e no site de Caetano.

ESCAPOU
A advogada de Lavigne, Simone Kamenetz, diz que o valor “é um absurdo”. “Você começa a paralisar a marca quando [o processo] tramita em julgado. Elas negociam os passivos. Não foi desobediência. Se escapou em um Facebook… A Paula não tem mais interesse nessa marca.”

Publicações relacionadas

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *